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Um diabo aprisionado num vitral e num cartazete

Um belo diabo, assinado pelo Tossan, com uma paleta de cores muito quente

O diabo que eu mais gosto é o diabo que o Tossan pintou para um adereço de cena e para um cartazete do Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC). Como adereço, seguramente para um Auto de Gil Vicente,  ganhou a forma de um vitral, como cartazete foi impresso em papel. Tem uma paleta de cores muito quente, uma paleta de fogo, só comparável às paletas de cores de alguns grandes pintores africanos. Há diabos assim, muito simpáticos. Em regra são barqueiros do outro mundo, uma espécie de porteiros para uma outra dimensão ou, se quiserem, seguranças implacáveis na triagem das entradas.